URGENTE: EUA lançam ataque militar à Venezuela e capturam Nicolás Maduro

URGENTE: EUA lançam ataque militar à Venezuela e capturam Nicolás Maduro

Em um desenvolvimento histórico e de grande impacto geopolítico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado que forças militares americanas realizaram um ataque em grande escala contra a Venezuela, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. A informação foi confirmada por Trump em sua plataforma Truth Social e posteriormente reforçada por comunicados oficiais e agências de notícias internacionais. 

De acordo com as autoridades dos EUA, a ação ocorreu durante a madrugada, com explosões e forte presença de aeronaves sobre Caracas, indicando a ofensiva coordenada das Forças Armadas americanas. Maduro e sua esposa foram capturados e levados para os Estados Unidos, onde deverão enfrentar acusações relacionadas a narcotráfico e terrorismo, baseadas em um mandado de prisão emitido nos EUA. 

O governo americano descreveu a missão como um “ataque de grande escala” para capturar o líder venezuelano e afirmou que pretende assumir temporariamente o controle da Venezuela até que uma transição segura de poder seja estabelecida. 


Em resposta ao ataque e à captura de Maduro, o ministro da Defesa da Venezuela, General Vladimir Padrino López, declarou que o país não se renderá e continuará lutando pela sua soberania. As Forças Armadas Venezuelanas foram mobilizadas, e o governo classificou a ação como uma violação flagrante da soberania nacional e do direito internacional. 

A reação global ao evento tem sido intensa e polarizada. Enquanto alguns líderes, como o presidente da Argentina, celebraram a captura como um passo rumo à “liberdade e democracia” na Venezuela, outros — incluindo países como Brasil, Rússia e membros do Conselho de Segurança da ONU — condenaram fortemente o ataque dos EUA, alegando que ele constitui uma agressão militar e uma ameaça à estabilidade regional. 


Especialistas em direito internacional também questionam a legalidade da operação, destacando a ausência de autorização do Congresso dos EUA e a potencial violação da Carta das Nações Unidas, que proíbe o uso da força contra a integridade territorial de um Estado sem justificativa legal clara. 


Com Maduro agora sob custódia nos Estados Unidos, a Venezuela segue em um momento de incerteza política e militar, com possibilidades de resistência interna, negociações diplomáticas e escalada de tensões com outros países da região.

A comunidade internacional segue atenta ao desenrolar dos acontecimentos, que podem redefinir o futuro político, econômico e social da Venezuela e afetar profundamente as relações entre os EUA e a América Latina.

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